Teleatendimento em Ortopedia

Entenda como funciona a Teleconsulta em Ortopedia

Telemedicina de Ortopedia… Você já se imaginou não podendo sair de casa por algum motivo e mesmo assim precisar de uma avaliação com ortopedista?

Parece que a pandemia do Novo Coronavírus (Covid-19) trouxe consigo uma transformação desafiadora para todos, inclusive para o meio médico.

Em época de distanciamento e até mesmo isolamento social, a assistência médica a pacientes não poderia ser deixada de lado, e por isso a Telemedicina desenvolve-se.

A busca por Teleconsulta de Ortopedia surgiu da mesma forma. Como uma novidade, para pacientes e médicos ortopedistas. Imagine se por exemplo, você está com dor no joelho e encontra-se impedido de sair de casa. Será que uma Teleconsulta em Ortopedia não poderia resolver seu problema?

O Teleatendimento em Ortopedia (ou consulta online de ortopedia) deve seguir todas as normativas em vigor para as demais especialidades médicas.

Usamos o Manual de Orientação sobre Telemedicina do Conselho Regional de Medicina do Distrito Federal (CRM-DF), publicado em abril de 2020, para podermos embasar as respostas para as perguntas abaixo:

O QUE É TELEMEDICINA?

A Telemedicina é o exercício da medicina mediado por tecnologias para fins de assistência, educação, pesquisa, prevenção de doenças e promoção de saúde; e tem por finalidade funcionar de forma complementar às situações nas quais o contato presencial estiver impedido.

O QUE É TELECONSULTA?

A Teleconsulta é a consulta médica remota, mediada por tecnologias, com médico e paciente localizados em diferentes espaços geográficos. Neste mesmo documento há referência à definição de Telediagnóstico, que é o ato médico a distância, geográfica e/ou temporal, com a transmissão de gráficos, imagens e dados para emissão de laudo ou parecer médico.

O MÉDICO PODE COBRAR HONORÁRIOS REFERENTES À TELEMEDICINA?

A Telemedicina trata-se de um atendimento médico como outro qualquer, portanto segue os princípios do Código de Ética: “Para exercer a Medicina com honra e dignidade, o médico necessita ter boas condições de trabalho e ser remunerado de forma justa”. O Código também afirma que é direito do médico “Estabelecer seus honorários de forma justa e digna”.

 

Observação: Vale lembrar que vários convênios e planos de saúde já estão se adaptando e autorizando o atendimento médico por telemedicina.

HÁ POSSIBILIDADE DE REEMBOLSO POR TELEMEDICINA?

Do mesmo modo, caso o plano/convênio do paciente tenha previsão de livre escolha de profissionais médicos, mediante reembolso, o atendimento realizado por Telemedicina também terá cobertura e deverá ser reembolsado, na forma prevista no contrato do paciente com seu plano/convênio.

O MÉDICO PODE EMITIR DOCUMENTOS COMO PRESCRIÇÃO DE MEDICAMENTOS, SOLICITAÇÃO DE EXAMES E ATESTADO MÉDICO NA TELEMEDICINA?

Sim. É dever do médico, na modalidade de Teleconsulta, ao final do atendimento, emitir os documentos que forem necessários para a conclusão do mesmo.

O MÉDICO É OBRIGADO A OBTER O CONSENTIMENTO LIVRE E ESCLARECIDO DO PACIENTE NOS ATENDIMENTOS À DISTÂNCIA?

Sim. O paciente ou seu representante legal deverão autorizar a transmissão das suas imagens e dados por meio de consentimento informado, livre e esclarecido, por escrito e assinado, ou de gravação da leitura do texto e concordância, devendo fazer parte do Sistema de Registro Eletrônico/Digital do Teleatendimento ao paciente.

 

Uma data que serviu como divisora de águas para toda essa discussão foi o dia 23 de março de 2020, quando foi publicada no Diário Oficial da União a Portaria número 467, que dispõe sobre as ações da Telemedicina no Brasil. A mesma entrou em vigor na data de sua publicação.

 

O texto dessa Portaria sobre a Telemedicina no Brasil levou em consideração a Resolução nº 1.643/2002 do Conselho Federal de Medicina (CFM) publicada em 07 de agosto de 2002 (que definiu e disciplinou a prestação de serviços através da Telemedicina), assim como o Ofício CFM nº 1756/2020-Cojur de 19 de março de 2020 (que reconheceu a possibilidade e a eticidade da utilização da Telemedicina, em caráter de excepcionalidade e enquanto durante medidas de enfretamento ao coronavírus – COVID-19).

 

Segundo a Resolução nº 1.643/2002 do Conselho Federal de Medicina, temos que: 1) a Telemedicina deve contribuir para favorecer a relação individual médico-paciente; 2) o médico tem liberdade e completa independência para decidir se utiliza ou não recomenda o uso da Telemedicina para seu paciente, e que tal decisão deve basear-se apenas no benefício do paciente; 3) os serviços prestados através da Telemedicina deverão ter a infraestrutura tecnológica apropriada, pertinentes e obedecer as normas técnicas do CFM pertinentes à guarda, manuseio, transmissão de dados, confidencialidade, privacidade e garantia do sigilo profissional. Outros pontos, favor ver o texto original completo publicado pelo CFM.

 

Segundo o Ofício CFM nº 1756/2020-Cojur, temos que: 1) Teleorientação – para que profissionais da medicina realizem à distância a orientação e o encaminhamento de pacientes em isolamento; 2) Telemonitoramento – ato realizado sob orientação e supervisão médica para monitoramento ou vigência à distância de parâmetros de saúde e/ou doença; 3) Teleinterconsulta – exclusivamente para troca de informações e opiniões entre médicos, para auxílio diagnóstico ou terapêutico. Outros pontos, favor ver o texto original completo publicado pelo CFM.

 

A Portaria em questão condiciona a Telemedicina a uma situação de emergência em Saúde Pública de Importância Nacional.

 

As ações de Telemedicina de interação à distância podem contemplar o atendimento pré-clínico, de suporte assistencial, de consulta, monitoramento e diagnóstico, por meio de tecnologia da informação e comunicação.

 

O atendimento de que trata o caput deverá ser efetuado diretamente entre médicos e pacientes, por meio de tecnologia da informação e comunicação que garanta a integridade, segurança e o sigilo das informações.

 

O atendimento realizado por médico ao paciente por meio de tecnologia da informação e comunicação deverá ser registrado em prontuário clínico.

 

Os médicos poderão, no âmbito do atendimento por Telemedicina, emitir atestados ou receitas médicas em meio eletrônico.

 

Após entender e se adequar a toda essa transformação, o Dr Saulo Castro, ortopedista especialista em joelho em Brasília, optou por iniciar seus atendimentos de Teleconsulta Ortopédica.

Com base em tudo isso, quando você precisar de ortopedista em Brasília para tratar uma dor no seu joelho, entre em contato com o Dr Saulo Castro!

Após qualquer procedimento cirúrgico o paciente recebe o número do celular pessoal do Dr Saulo Castro

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O Dr Saulo é um especialista experiente nas mais variadas patologias na articulação do joelho.

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